Ritual do Treino 360
Jogador em treino noturno

Leitura para os dias de treino

Na terça você treina bem.No jogo aparece outro jogador e ninguém consegue te explicar qual dos dois é você.

A sua semana de treino decide o seu jogo. Ninguém nunca te ensinou a olhar para a sua semana, então ela passa inteira e você só descobre o que ela construiu quando a bola já está rolando.

Terça você treinou bem. Chegou cedo, participou de tudo, ganhou os duelos que costuma ganhar. Saiu do campo com aquela sensação boa de treino aproveitado.

No fim de semana o jogo aconteceu e o que você fez na terça não apareceu em lugar nenhum. Nenhum lance específico para apontar. O nível inteiro ficou dois dedos abaixo do que você mostra no meio da semana.

Você foi para casa tentando montar a explicação e não achou nenhuma. Nem cansaço, nem adversário, nem posição. Só a diferença entre os dois, e nenhum jeito de apontar de onde ela vem.

  • Você já teve treinos bons e não consegue reproduzir o que fez de diferente neles
  • Você sai do campo sabendo que precisa melhorar e sem conseguir dizer o quê
  • Você repete o mesmo comportamento de uma terça para a outra e não enxerga o padrão
Quero jogar no nível que eu treino

Acesso liberado logo após a confirmação do pagamento. De R$99 por R$67 à vista ou em até 9x de R$8,80. Acesso sem prazo de expiração.

Faz meses que o seu melhor futebol acontece nos dias em que ninguém está contando.

Na terça o exercício começa e você ganha os primeiros duelos. A partir daí o corpo entende que já resolveu. Você continua no treino, continua correndo e para de acelerar a decisão. Ninguém anota isso. De fora, continua parecendo treino bom.

Na terceira vez que o exercício é interrompido para alguém explicar, e o grupo espalha e começa a conversar, você desliga junto. Quando a bola volta, você volta meio passo atrás. Quando erra, você baixa a participação sem ter decidido baixar. São dois momentos que se repetem toda semana e que passam em branco, porque a terça acaba e ninguém volta nela.

O mesmo comportamento aparece na quinta. Aparece na terça seguinte. Você o vê acontecendo enquanto acontece, e mesmo assim ele acontece de novo.

Já te disseram, depois de um jogo, que você joga melhor no treino. Foi dito sem maldade, quase como elogio. É a frase que mais incomoda de ouvir, porque confirma que a diferença não é impressão sua. Outras pessoas estão vendo, e ninguém sabe te explicar de onde ela vem.

No fim de semana o jogo cobra o que você repetiu durante a semana, e o que você repetiu foi decidir com meio tempo de atraso. Isso chega até você como um jogo morno, um daqueles em que você não fez nada de errado e também não aconteceu nada. Some um jogo morno atrás do outro e, para quem olha de fora, você vira um jogador que treina bem.

Por que nada disso pegou

As quatro coisas que você já tentou têm um defeito em comum, e ele não é falta de esforço.

Treinar mais

Você aumentou o volume. Ficou mais tempo em campo, buscou treino extra, encheu a semana. É a tentativa mais honesta das quatro e é a que o futebol inteiro recomenda. Volume corrige gesto, e o que ele faz é repetir o que você já faz. O que você já faz inclui o comportamento que te trava. Quem treina sem intenção repete o erro com mais repetições.

Chegar mais cedo

Você passou a chegar antes do grupo. Aquece com calma, pega bola sozinho, entra no exercício já solto. Funciona, e o que ele resolve é a sua entrada. O momento em que você para de competir não acontece na chegada. Acontece lá pelo meio, e daquele ponto em diante ainda tem meio treino pela frente.

Ficar depois do treino

Você fica batendo bola quando o grupo já saiu. Trabalha o que sabe que precisa trabalhar. O que você escolhe treinar depois vem da sua leitura do treino que acabou, e é exatamente essa leitura que ninguém nunca te ensinou a fazer. Você fica mais tempo aperfeiçoando o que já enxerga, e o que te trava está no que você não enxerga.

Pedir feedback e receber resposta genérica

Você foi lá e perguntou o que precisa melhorar. Ouviu que precisa se impor mais, ou entrar mais forte, ou ter mais confiança. Foi a resposta possível para quem olha de fora, com o grupo inteiro no campo e um jogo no fim de semana para preparar. O que você precisava saber não é visível de fora. Está no segundo antes de você decidir, e daquele ponto ninguém tem vista.

As quatro adicionam quantidade ao treino. Mais tempo, mais antecedência, mais repetição, mais opinião. Nenhuma delas instala critério de observação, e nenhuma delas sai da terça com um ajuste nomeado para a quinta.

O desenho da formação explica isso. Ela desenvolve técnica, desenvolve tática, desenvolve físico, e nunca precisou desenvolver o comportamento que você repete dentro do treino.

O padrão tem nome. O que ele nunca teve é dono.

O que você acabou de ler chama Treino Sem Leitura.

É o treino acontecendo sem ninguém registrando o que aconteceu dentro dele. Você executa, o exercício termina, o grupo troca de estação, e o comportamento que apareceu ali não foi anotado por ninguém. Nem por você.

Ele persiste por um motivo simples. Em todos os anos que você treina, ninguém nunca te perguntou o que você observou no seu próprio treino de ontem.

Te perguntaram se a perna estava boa. Te falaram do adversário, te falaram do que o time precisa corrigir, te falaram para descansar direito. O que você repetiu dentro da terça, e o que aquilo estava construindo para o fim de semana, nunca entrou em conversa nenhuma. Não existe hora marcada para essa conversa e não existe quem a conduza.

Sem conversa, aquilo nunca ganha nome. E o que não tem nome vira constância, ou falta de constância, que é o jeito que o futebol encontrou de falar sobre isso sem precisar olhar.

Quando ganha nome, ganha lugar e hora. Dá para olhar para a terça e saber onde procurar.

Você vai treinar na terça de qualquer jeito. O que ainda não está decidido é se ela vai passar sem registro de novo.

O trabalho acontece no que você observa e ajusta dentro do próprio treino. A escalação do fim de semana continua sendo decisão da comissão.

O Arthur escolheu uma decisão só e ficou nela até ela parar de exigir esforço.

Arthur não mudou o treino inteiro. Escolheu uma decisão específica para trabalhar e voltou nela repetição após repetição, até o comportamento deixar de exigir esforço consciente. O movimento que ele escolheu é dele. O que mudou foi a escolha de uma coisa só e a sustentação dela até virar automática.

Arthur Luiz, volante

"Eu tô treinando um domínio específico. A bola vem no pé e eu já giro de frente, ganho tempo, consigo até sair da marcação sob pressão. Antes a bola vinha no meu pé e eu demorava uns três segundos pra girar. Hoje a bola vem, eu já giro, já tô de frente pro jogo, já consigo achar um passe. Eu ganho um segundo a mais, e isso faz totalmente a diferença no jogo."

Arthur Luiz, volante, 21 anos. Aplicou o protocolo em assessoria conduzida por Diego.
Depoimento em vídeo.

O seu próximo treino já está marcado. O que ele vai construir ainda depende do que você conseguir olhar dentro dele.

Quero jogar no nível que eu treino

Ritual do Treino 360

Trinta perguntas, e trinta coisas para fazer no treino seguinte.

10
Antes de começar
Preparação e definição de intenção
5
Durante o treino
Manutenção de presença
15
Depois do treino
Diagnóstico e ajuste

O Ritual do Treino 360 organiza os três momentos que decidem o que o seu treino constrói. O que você define antes de começar. O que você sustenta enquanto o treino acontece. E o que você faz com o treino depois que ele termina.

Cada pergunta declara o momento em que precisa ser respondida. No caminho para o treino, antes do aquecimento, nos primeiros minutos, imediatamente depois de um erro, logo depois que o treino acaba. A mesma pergunta respondida em casa à noite perde o que ela tem quando é respondida com a chuteira ainda no pé.

Etapa 1. Antes de começar. Dez perguntas.

Você entra no treino com o comportamento escolhido, e não com o que sobrar do dia.

Etapa 2. Durante o treino. Cinco perguntas.

Formato de consulta rápida, para usar em execução. Verificam se você entrou com o que definiu, se está decidindo antes da bola chegar, se está indo para onde o treino te testa, se o erro foi de escolha ou de execução, e se o seu nível ainda é o mesmo do começo.

Etapa 3. Depois do treino. Quinze perguntas.

Núcleo do produto, em três partes. Leitura, o que aconteceu. Diagnóstico, por que aconteceu. Ajuste, o que muda. Três das cinco perguntas de Ajuste fecham uma pergunta específica do Diagnóstico, então o que você identificou sai dali nomeado como ajuste para o treino seguinte.

Toda pergunta das trinta termina em uma microação, uma coisa executável na próxima repetição ou no próximo treino. Nenhuma delas leva mais de dois minutos para ler e responder, e ao fim de cada aplicação você sai com uma lista de coisas para fazer dentro do campo. Sete delas trazem ainda uma cena e um registro para fazer depois do treino.

A última pergunta do Ritual manda levar o padrão que você acabou de definir para os próximos três treinos, acompanhando cada um. É o que faz o Ritual voltar toda semana.

Acesso pela Hotmart, no momento em que você precisa. Sem prazo de expiração.

Uma das trinta, aberta por dentro.

Descrever vale menos do que abrir. Esta é a décima pergunta do pré-treino, na redação exata em que ela chega para você.

Qual comportamento meu mais limita meu nível no treino?
Quando responder

No caminho para o treino, ou antes de começar. Fora desse momento ela vira reflexão, e reflexão não muda a terça que está prestes a começar.

O que não conta como resposta
"Preciso melhorar minha finalização." "Tenho que treinar mais."

As duas parecem resposta e nenhuma nomeia comportamento. A segunda é o paliativo que você já tentou, agora escrito em forma de plano.

O que conta
"Depois que erro, eu diminuo minha participação." "Quando o treino não está intenso, eu desconecto."

As duas apontam um momento e um comportamento. Dá para observar as duas dentro do treino de hoje.

O princípio que sustenta

Jogador não é limitado pelo que não sabe. É limitado pelo que repete sem perceber.

A microação

Interromper esse padrão no momento em que ele aparecer.

Toda pergunta fecha em uma coisa para fazer na próxima repetição. São trinta perguntas, e cada uma fecha desse jeito.

Sete delas trazem ainda uma cena de campo e um registro para fazer depois do treino. A décima do pré-treino é uma das sete.

Quem entra aqui, e quem não deveria entrar.

Serve para você se

  • Você treina durante a semana com regularidade
  • Você já teve treinos bons e não consegue reproduzir o que fez neles
  • Você sai do campo sabendo que precisa melhorar e sem conseguir nomear o quê
  • Você repete o mesmo comportamento de treino para treino sem enxergar o padrão
  • O que você faz bem no treino não aparece no jogo
  • Você aceita olhar para o próprio comportamento com honestidade

Não serve para você se

  • Você procura treino físico ou técnico específico
  • Você está sem rotina de treino neste momento
  • Você espera acompanhamento individual, que o Ritual não entrega
  • Você quer que alguém aponte o que corrigir, em vez de aprender a apontar sozinho
  • Você quer o resultado sem responder as perguntas com verdade

O que está dentro, módulo a módulo.

Boas-vindas

Direciona ao formulário de onboarding e ao grupo Ritual do Treino, no WhatsApp.

Módulo 0. Como usar o Ritual do Treino

Em vídeo. As quatro regras de uso, incluindo a que sustenta todas as outras: pergunta respondida fora do momento perde a força.

Módulo 1. Pré-treino

As dez perguntas em texto, com momento, critério, resposta incompleta, resposta completa, princípio e microação.

Módulo 2. Durante o treino

As cinco perguntas em formato de consulta rápida, para abrir em execução.

Módulo 3. Pós-treino

As quinze perguntas em Leitura, Diagnóstico e Ajuste, com o encadeamento entre o que você diagnostica e o que você ajusta.

Módulo Extra. Ponte para o Ritual do Jogo

Estabelece o que o treino constrói e o que o jogo expõe.

As aulas com as explicações são em vídeo. As trinta perguntas são em texto, para abrir e consultar no momento em que você precisa delas.

O que muda já no seu próximo treino.

Quero jogar no nível que eu treino

Você aplica sozinho. Você não interpreta sozinho.

Depois do onboarding você entra no grupo Ritual do Treino, no WhatsApp. Ele existe como ambiente de aplicação. Direcionamentos sobre como usar as perguntas, alertas sobre os erros de aplicação mais comuns, e ajuste fino quando a resposta que você escreveu ainda está genérica demais para virar comportamento.

O que acontece ali fica dentro do escopo da aplicação do Ritual. A comunidade não entrega acompanhamento individual, e o produto também não.

Você já gastou mais do que isso em coisa que nunca te disse o que corrigir.

R$67 é menos do que uma chuteira de entrada. Menos do que uma mensalidade de escolinha.

A diferença está no que cada um cobre. A chuteira equipa. A escolinha treina. Nenhum dos dois organiza o que você repete dentro do treino, porque isso nunca foi função de nenhum dos dois.

R$99
R$67
à vista, ou 9x de R$8,80
Quero jogar no nível que eu treino

Acesso liberado logo após a confirmação do pagamento, sem prazo de expiração.

O Luiz Eduardo repetia o mesmo erro em todo treino e não fazia ideia de que repetia.

Existe uma categoria de erro que não aparece para quem está cometendo. Você executa achando que está certo, sessão após sessão, e continua ali.

Com o Luiz Eduardo, o apontamento veio de fora, e veio porque o que ele não enxergava era técnico. Técnica é visível de fora, e quem olha o treino consegue apontar. O que você repete de comportamento não é visível de fora, e é por isso que perguntar o que precisa melhorar quase sempre volta com resposta genérica.

O que costuma acontecer depois de um apontamento desses é ele virar mais uma coisa que você sabe que precisa arrumar. No caso dele virou uma meta única, trabalhada com repetição acompanhada, até o movimento sair sozinho. O fundamento é da posição dele. O que mudou foi o que veio depois do apontamento.

Luiz Eduardo, goleiro

"Eu tinha uma deficiência que nem eu mesmo conhecia. Sou goleiro, e a gente tem um fundamento chamado giro, que serve pra levantar rápido depois de defender. Eu percebi que eu fazia o giro incorreto e eu nem tinha noção disso. Meu treinador de goleiros me orientou, falou que eu estava cruzando as pernas, e esse foi um desafio meu e do pessoal do Jogador 360, uma microvitória minha pra melhorar. E em uma semana, graças a Deus, eu já consegui automatizar esse movimento e estou realizando com muita eficácia nos meus treinamentos. Essa é uma das pequenas micro metas que todo jogador precisa pra estar evoluindo."

Luiz Eduardo, goleiro, 19 anos. Aplicou o protocolo em assessoria conduzida por Diego.
Depoimento em vídeo.

Sete dias para aplicar em um ciclo inteiro de treino e decidir.

7 dias

Você tem uma semana para usar o Ritual em treinos de verdade e decidir se ele serve para o seu momento. Se entender que não serve, solicita o reembolso pelo painel da Hotmart, dentro do prazo. O valor volta integral.

Diego Trambaioli, Estrategista Comportamental

Diego Trambaioli

De onde o Ritual saiu.

Comecei no futebol aos seis anos. Aos dezesseis assinei com a Juventus, em Turim. Duas lesões sérias encerraram aquele ciclo antes que ele chegasse a começar.

Na reabilitação eu acabei no mergulho de alta performance e fui trabalhar com Umberto Pelizzari, campeão mundial de apneia. Foi ali que a coisa ficou clara para mim. O que separa quem chega no limite de quem para antes tem menos a ver com capacidade física do que os dois admitem.

Voltei para o futebol por fora do campo, trabalhando com jogadores de clubes como Monza, Palermo e Imolese. O que eu passei a ver com frequência foi jogador treinando bem a semana inteira e chegando no jogo em outro nível, sem ninguém por perto conseguindo apontar onde a diferença nascia.

O Ritual do Treino 360 nasceu dentro do trabalho individual com atletas. O Arthur Luiz e o Luiz Eduardo, os dois que você viu nesta página, estavam nesse trabalho enquanto o Ritual estava sendo construído. O que sobrou aqui é o que continuou funcionando depois que eu tirei tudo que não muda o treino de verdade.

Diego Trambaioli. Estrategista Comportamental.

O que costuma aparecer antes de decidir.

Meu problema é técnico, não mental.
Pode ser. O jeito de saber é separar. Todo erro dentro do treino cai em uma de três categorias: você não viu, você viu e escolheu errado, ou você escolheu certo e executou mal. Uma delas é técnica. As outras duas não são, e são justamente as que ninguém está classificando com você. Uma das quinze perguntas do pós-treino existe só para fazer essa separação. Quem não sabe onde erra corrige tudo errado.
Já vi muito conteúdo de performance e continuei igual.
Conteúdo de performance foi feito para ser assistido, e por isso ele não tem momento. Você assiste quando ele aparece na tela, que quase nunca é quando você precisa. Aqui cada pergunta declara a hora dela: no caminho, antes do aquecimento, nos primeiros minutos, logo depois de um erro, quando o treino acaba. A diferença está no ponto em que o material entra.
E se eu responder genérico, ou responder errado?
Toda pergunta dos módulos de pré e de pós vem com dois exemplos, uma resposta incompleta e uma resposta completa. Você compara a sua com as duas antes de seguir. "Preciso melhorar minha finalização" está do lado incompleto. "Depois que erro, eu diminuo minha participação" está do lado completo. Você não precisa adivinhar o que serve.
Isso é coisa de psicólogo?
Psicólogo do esporte tem formação clínica e trabalha em outro território. Aqui são perguntas sobre o que você fez dentro do treino, respondidas no campo e logo depois dele, sobre decisão, erro e padrão que se repete. Se você já faz acompanhamento psicológico, os dois convivem sem conflito nenhum.
Ainda não sou profissional. Isso é para quem já está lá?
O que define se serve é a rotina, não a categoria. Se você tem treino durante a semana com regularidade, o Ritual se aplica. Entrar no automático, ficar confortável no exercício que já domina e baixar a intensidade depois do erro acontecem igual em qualquer nível. O que muda de um para outro é a exigência, não o padrão.
Quanto tempo isso toma?
Nenhum horário separado na agenda. Cada pergunta leva menos de dois minutos para ler e responder. Elas ficam distribuídas nos momentos que você já vive no dia de treino: o caminho, o vestiário, os minutos antes de começar, e o tempo logo depois que o treino acaba, com a cabeça ainda no que aconteceu. As de durante o treino são consulta rápida, você abre e fecha.
Como funciona o acesso?
Cem por cento digital, dentro da plataforma da Hotmart. O acesso é liberado por email logo após a confirmação do pagamento. As aulas principais são em vídeo, com as explicações. As trinta perguntas são em texto, para você abrir e consultar no momento em que precisa. Você começa pelo onboarding, e depois dele entra no grupo Ritual do Treino, no WhatsApp. Sem prazo de expiração.

Levar para o jogo o mesmo nível que você já mostra no treino.

O seu próximo treino acontece de qualquer jeito. Ele vai construir alguma coisa, e essa coisa vai aparecer no jogo seguinte, tendo você escolhido ou não.

O que ainda está aberto é se daqui a três meses você vai conseguir apontar o que mudou, ou se vai estar de novo saindo do campo com a sensação de que precisa melhorar e sem conseguir dizer o quê.

R$99
R$67
à vista, ou 9x de R$8,80
Quero jogar no nível que eu treino

Acesso imediato após a confirmação do pagamento, sem prazo de expiração. Garantia de 7 dias.

Quero jogar no nível que eu treino · R$67